| O primado das versões textualistas do modernismo, e da sua história, relegou sistematicamente para segundo plano práticas como a da performance, entendidas como questão menor, lateral ou só entendível dentro do «folclore» modernista. Nesta comunicação defender-se-á, pelo contrário, que a performance é fundamental para repensarmos o par conceptual vanguarda/modernismo, bem como a forma como as histórias do movimento moderno a cancelam, a bem da própria possibilidade de escrever essa história.
|